segunda-feira, 2 de agosto de 2010

FEITO EM CASA - CONSTRUÇÃO DE CISTERNAS EM URUÇU



http://www.youtube.com/

O que é trabalhar em REDE?




http://www.youtube.com/

2ª Tarefa Comunitária

1º) A sistematização da rede social que vocês fizeram ficou ótima! Parabéns!!!

Vamos listar os líderes ou atores sociais que tem relação com as instituições ou grupos citados na rede social. Caso seja necessário acionar alguma dessas Instituições ou grupo no Tratamento Comunitário, com quem podemos contar?

* Posto de saúde

* Centro de informática

* Igreja protestante

* Escola

* Associação

* Telecentro

* Igreja católica

* Gafu (colocar significado da sigla)

2º) Queremos conhecer os parceiros externos (grupos, instituições ou pessoas) que fazem parte da rede social da Comunidade Uruçu?

3º) Considerando o problema do campinho mencionado em nosso último encontro, como foi resolvido? Vamos contar essa história através de uma apresentação de slides (fotonovela)!

Podem pesquisar no blog http://tratamentocomunitariopb.blogspot.com

4º) Quais mitos, ritos, costumes e crendices identificados na comunidade? Em que favorecem ou dificultam os processos?

5º) Quais são os conflitos mais significativos que acontecem na comunidade? Como são resolvidos? Quais as pessoas mais procuradas para ajudar a resolver os conflitos na comunidade?

6º) Visitas e postagens de comentários no blog. Vamos movimentar o blog mobilizando os moradores para visitarem o blog e deixarem comentários sobre as postagens. Nessa tarefa o Telecentro vai ser fundamental!!!!

Vamos pensar juntos!!!!!

No gráfico dos problemas apresentado na 1ª tarefa comunitária, a agricultura não seria uma solução para o problema do desemprego? O problema é a agricultura ou a falta de terra?

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Nossas expectativas


Por mais que os problemas tentem nos sufocar, nunca devemos perder a esperança, pois além de estarmos um pouco mais organizados temos um Ser Soberano que nos impulsiona para vencermos os obstáculos vivenciados.

Imagine este por do sol como um dos períodos que o Senhor usou para determinado momento da criação e que posteriormente veio concretização de todo o seu desejo.

Assim é a nossa esperança, devagar sim, mas unidos conseguiremos nossos objetivos.

Rede Social da Comunidade Uruçu



Nossos maiores desafios

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Tarefa Comunitária


1º) Vocês fizeram um belíssimo mapa identificando as possibilidades existentes na comunidade. (ver postagem abaixo)

2º) Pense na rede que está formando nesse processo de formação na ação e faça um desenho que mostre qual é a rede atual, seguindo as indicações abaixo (VER EXEMPLO).

a) Coloquem no papel os nomes das pessoas que estão formando a rede e entre parênteses o local que a identifica. Exemplo: João Totó (Mercadinho).

b) Coloque no centro a entidade que está desenvolvendo o Projeto de Tratamento Comunitário (Associação de Moradores).

c) Desenhe setas que saiam de seu projeto (Associação de Moradores) até os atores identificados no desenho colocando-as de cor vermelha com quem tem laço mais forte, de cor azul com quem tem laços mais débil (quando os laços não forem tão fortes).

d) Desenhe os laços que existem entre seus parceiros de acordo com o seguinte esquema: Azul = laço débil; vermelho = laço forte; laranja = não existe laço; verde = não sei se existe laço.

e) Posteriormente, pense quais das pessoas que colocou na sua rede são lideres. Coloque um quadro de cor verde ao redor das pessoas que identificou na sua rede que é líder formal (ligados a Instituições formais como a escola) e um circulo de cor laranja ao redor das pessoas que foram identificadas como lideres informais (Joãozinho da vila, por exemplo).

f) Coloque num quadro próximo ao desenho quais são os outros parceiros (pessoas e/ou organizações) com quem pensam estabelecer conexões num curto e meio prazo.

g)Considerando o problema do campinho mencionado em nosso último encontro, que pessoas da rede estão mais próximas da pessoa responsável pelo campinho? Que pessoas da rede identificada, teria mais influência para resolver esse conflito e conseguir a liberação do campinho novamente já que é um espaço de lazer para as crianças, adolescentes e jovens da comunidade? Vamos colocar a rede comunitária em ação para resolver esse problema!

EXEMPLO


De acordo com o exemplo, o projeto tem laços fortes com Comité X, João, o Bar de Jose e com Laura, tendo laços mais deveis com os outros grupos e pessoas.

Segundo o desenho também, a relação entre os parceiros é a seguinte: João e Beatriz tem laços deveis entre eles, o Comité X e João tem uma relação forte, entre a Ong X e a Cooperativa de Reciclagem não existe relação e não sei se Laura tem algum tipo de relação com o Bar de José.

O desenho me diz também que Beatriz, a diretora da escola é uma líder formal e que Maysa é uma líder informal.

3º) De acordo com a formação recebida e a leitura recomendada, pense nos problemas que foram identificados pela comunidade e faça um desenho de acordo com a freqüência com que foram mencionados. Colocando num status mais alto, o que foi identificado como o principal e assim sucessivamente, até colocar no nível mais baixo os que foram identificados como menos importantes.



4º) O processo é importante, mostrar o que fazem e como o fazem é fundamental, para organizar, ordenar, planejar, mudar, avaliar, mas também é muito importante saber como vocês estão se sentindo embarcados nesta experiência. Por isso pedimos que desenhem uma paisagem ou escolham e colem uma imagem com uma breve explicação de não mais de 300 palavras contando o que tem sido esses primeiros tempos de trabalho.


Prazo para entrega: 2ª semana de julho

Mapa da Rede de Recursos Formais e Informais da Comunidade Uruçu

§

§ Cibita (Mercearia e Padaria)

§ Vila de Ivete

§ Vila de Cibita

§ Sítio Pitombeira

§ Campo

§ Carroceria

§ Pracinha da Vila de Cibita

§ Lagoa

§ Vila da Mangueira

§ Biu Peba (Bar)

§ Açude (lazer)

§ Dedé Cabeleireiro

§ Telecentro Comunitário

§ Bar do Pedrinho

§ Posto de Saúde

§ Centro de Informática

§ Igreja Católica

§ Ramos Bar

§ Jailson (Lanchonete)

§ Leca (Marcadinho)

§ Igreja Protestante

§ Açude de Nequinho

§ Guiga (Vídeo Game)

§ Bar do Geraldão

§ Escola

§ Vila de Chefinho

§ Chefinho (Mercearia)

§ Carroça (Ponto de Conversa)

§ Vila de Joãozinho (Alto da Boa Vista)

§ João Totó (Mercadinho)

História da Comunidade Uruçu (Conto)



Era uma vez uma jovem abelhinha... Sonhos, aventura e fantasia, pintavam o seu mundo. Um mundo colorido. Essa abelhinha não conhecia problemas, aliás, essa palavra ela já havia abolido do seu dicionário. Mas há algum tempo, algo a estava inquietando: o desejo de partir, de tentar a sorte em outro lugar. No entanto, a abelhinha não queria partir sozinha. Foram dias e dias tentando, foi difícil, mas conseguiu convencer toda a colmeia a embarcar nessa viagem.

O sol ainda nem havia saído quando o bando partiu.

Chega o fim da tarde e já estavam todos exaustos, afinal foram quilômetros e quilômetros sobrevoados. Resolveram então parar para descansar. Foi quando se deram conta de que aquele era o lugar ideal que tanto procuravam. Era uma terra longínqua e inabitada. Logo, tornou-se o ‘Paraíso das abelhas’.

Enquanto mais abelhas nasciam, mais a produção de mel crescia. Era mel que não acabava mais. A natureza como um todo contribuía para essa crescente produção: equilíbrio ambiental, árvores em toda a parte, e flores, muitas flores.

O tempo foi passando, até que algo inesperado aconteceu, e mudou definitivamente a vida das abelhinhas. Em toda a colmeia não se falava outra coisa: a chegada de seres de outra espécie.

_ Eram assustadores! Na verdade, era um povo gigante, feio e que produzia um barulho estranho ao se comunicar, e que ainda por cima, nem sabia voar.

Naquele dia, as abelhas não trabalharam. Momento único registrado na história daquelas operárias.

O pavor já havia tomado conta das abelhinhas, que preocupadas com a possível ameaça que esse grupo representava, decidiram pensar todas juntas. Houve reunião na colmeia.

Chegado o fim da reunião, a decisão tomada é que deveriam aguardar um pouco mais para ver como as coisas iam ficar, antes de tomar alguma atitude drástica.

Mas aquela espécie chamada ‘gente’ crescia, multiplicava-se, assim como também se multiplicavam os problemas das abelhinhas.

_ Essa gente é mesmo muito inteligente, mas muito egoísta. Só pensa em si mesma. É incrível e lamentável essa mania de destruição que esse povo tem. É assim que retribui todo o bem que a natureza sempre lhe ofereceu?!

E por onde quer que andavam, as abelhas só viam devastação. Já não havia mais espaço para elas. Era a hora de partir. Aquele foi um dia de luto em toda a colmeia.

_ Muito tempo se passou, mas não perdi de vista aquela saudosa terra. Tenho notícias daquele povo. O desenvolvimento é inegável. Construíram várias habitações, escola, igrejas, posto de saúde. O povo também está mais organizado. Participa de associação, realiza projetos de caráter ambiental, na tentativa de salvar o pouco que ainda resta (É uma verdadeira corrida contra o tempo!). E até uma coisa chamada computador já existe por lá.

_Sinto que estou preparada para voltar. Esse mesmo povo que destruiu a nossa ‘casa’ já se arrependeu. E é com atitudes que demonstra isso. Refloresta, recolhe o lixo e discute formas de promover o progresso da comunidade, por meio de um tal de Tratamento Comunitário.

_Essa é a minha história. Uruçu é o meu nome. Tornei-me Abelha Rainha, por isso, quero voltar e cumprir minha missão: ensinar a esse povo algo que meus ancestrais já sabiam. Algo que não se aprende na academia. Que o segredo do sucesso está na união!

Eliny Alves Rocha (moradora da comunidade)

A história de Uruçu (Poesia)

A comunidade Uruçu

já bastante conhecida

foi a partir do século XIX

o limiar de sua vida.


Uruçu nasceu por meio

dos indígenas com certeza

para abrigar os seus filhos

e viver em sua beleza.


Como não se tem registro

pra constatar a história,

contamos apenas o que está

gravado em nossa memória.


Por existir muitas colméias

um nome bem parecido

em homenagem às abelhas operárias

Uruçu, foi escolhido.


Os criadores de abelhas

não tinham sagacidade

para fazer um trabalho

Com mais produtividade.


As abelhas produziam

um mel fino e pegajoso

que é também medicinal

muito puro e saboroso.


Atualmente essas abelhas

estão quase em extinção

por se encontrar as florestas

também em devastação.


Naquela época, Uruçu

era pouco habitado,

seus moradores viviam

meio desorganizados.


Até aos anos 90

nesta terra tão fagueira

tinha árvores frutíferas

desde o coqueiro à mangueira.


Mas, com o passar do tempo,

tudo foi se consumindo.

O que tinha em abundância

aos poucos está se resumindo.


O Uruçu de outrora

era bastante sofrido

hoje os seus habitantes

estão bem desenvolvidos.


Tem escola estruturada

que educa os filhos seus

Igreja Católica e Evangélica

mas que louvam a um mesmo Deus.


Já tem posto de saúde,

bares e padaria,

lanchonete e telecentro,

Associação e mercearia.


Finalmente, Uruçu

cuja tendência é mudar

com o trabalho do seu povo

que logo vai prosperar.


Comparando Uruçu hoje

com o de antigamente,

vemos aí grandes mudanças

e transformação no ambiente.


Enfim, este é Uruçu

abençoado por Deus;

Ele é quem abençoa

Seus filhos, teus filhos e os meus.


Zilda Feitosa da Silva (moradora da comunidade)

2ª Oficina de socialização da metodologia Tratamento Comunitário

PROPOSTA DE PAUTA

OBJETIVO:


  • Promover momentos de formação e troca de experiências com atores sociais atuantes no trabalho em comunidades enfocando a metodologia do Tratamento Comunitário como uma alternativa de trabalho frente a situações de exclusão social grave.


PRINCÍPIOS FORMATIVOS:

Vivenciar dinâmicas e estratégias que trabalhem os tópicos do SIDIES potencializando o grupo para realização do diagnóstico em suas comunidades;

Trabalhar alternadamente vivências práticas (oficinas), momentos de leitura dinâmica e ação na comunidade (diagnóstico) enriquecendo o processo formativo das lideranças e apreensão da metodologia;

Promover a auto-estima, análise crítica da realidade, criatividade e coletividade das lideranças enquanto agentes de transformação junto às comunidades.


PÚBLICO-ALVO:

ü Comunidade Uruçu, localizada na zona rural do município de Gurinhém – PB, cerca de 60 km de João Pessoa.


CARGA HORÁRIA:

ü 08 horas (momento presencial e atividades de campo)


DESENVOLVIMENTO:


I MOMENTO

ü Acolhida dos participantes. Apresentação das fotos da 1ª oficina;

ü Comentários sobre o blog;

ü Breve memória do encontro anterior.


II MOMENTO

ü Apresentação das atividades comunitárias. Encaminhamentos quanto à organização do material para postagem no blog.


III MOMENTO

ü Trabalho em grupo para análise dos problemas da comunidade. Encaminhamento: em grupo de 04 pessoas, os participantes vão receber os problemas para fazer análise e discussão e assim propor uma classificação (problema mais grave para o menos grave na opinião do grupo). Socialização das discussões e motivos que levaram a essa classificação.

IV MOMENTO

ü EIXOS: Planejamento, avaliação e encaminhamentos.


terça-feira, 25 de maio de 2010

Levantamento dos líderes de opinião

Líderes

O que fazem?

Ana Maria

Líder comunitária, presidente da Associação de Desenvolvimento Comunitário dos Produtores Rurais de Uruçu, membro do SPM, professora da escola, pedagoga, monitora da catequese.

Adriel

Coordenador do Telecentro Comunitário, professor da E.M.E.F Anália Arruda da Silva (Inglês), Secretário da Associação, técnico em inglês, monitor de crisma e cursando história.

Lúcia de Fátima

Pedagoga, educadora, faz parte do grupo de artesanato, ministra da eucaristia.

Eliny

Professora da escola, pedagoga, membro da associação (diretora de patrimônio), faz parte da igreja evangélica.

Severina Expedita

Professora, pedagoga, faz parte da igreja evangélica.

Amélia

Faz técnico em educação ambiental, cursa faculdade de ecologia, presidente do grupo de artesanato flores de Uruçu, gestora do Telecentro.

Amanda

Monitora do telecentro, estudante do ensino médio, agente de leitura do projeto arca das letras.

Zé de Joca

Membro da associação (faz parte do conselho fiscal), aposentado, agricultor.

Vanessa

Estudante, vende Avon e jóias.

Dona Zilda

Professora, pedagoga, aposentada, GAFU, faz costura e crochê.

Rosângela Maria

Monitora do Telecentro, monitora do crisma. Trabalha como cozinheira em um restaurante.

Josivânia

Estudante e ajuda em casa.

Cássia

Estudante, artesã e ajuda em casa.

Josedita

Agente de saúde, coordena o projeto do sopão, faz parte da igreja evangélica.

Magna Vandecleide

Artesã e é sócia da GAFU, bijouterias.

Amália

Vice-presidente da associação dos produtores rurais, estudante de agronomia, trabalha com o PAA (Programa de Aquisição de Alimentos em Remigio – governo federal)

Patrícia

É estudante e ajuda em casa.

Siliandro - 16 anos

Estudante, ajuda em casa e no roçado.

Erivânia

Estudante e ajuda em casa.

Geane

Estudante e ajuda em casa.

Geossandro

E estudante e ajuda em casa.

Jordânia

Estudante e ajuda em casa.

Kaliny

Trabalha em restaurante em Boqueirão.

Lenir

Faz parte da GAFU (secretária), artesã, costureira.

Júlio Andrius

Agente de saúde e faz o curso de fisioterapeuta.