
A comunidade Uruçu
já bastante conhecida
foi a partir do século XIX
o limiar de sua vida.
Uruçu nasceu por meio
dos indígenas com certeza
para abrigar os seus filhos
e viver em sua beleza.
Como não se tem registro
pra constatar a história,
contamos apenas o que está
gravado em nossa memória.
Por existir muitas colméias
um nome bem parecido
em homenagem às abelhas operárias
Uruçu, foi escolhido.
Os criadores de abelhas
não tinham sagacidade
para fazer um trabalho
Com mais produtividade.
As abelhas produziam
um mel fino e pegajoso
que é também medicinal
muito puro e saboroso.
Atualmente essas abelhas
estão quase em extinção
por se encontrar as florestas
também em devastação.
Naquela época, Uruçu
era pouco habitado,
seus moradores viviam
meio desorganizados.
Até aos anos 90
nesta terra tão fagueira
tinha árvores frutíferas
desde o coqueiro à mangueira.
Mas, com o passar do tempo,
tudo foi se consumindo.
O que tinha em abundância
aos poucos está se resumindo.
O Uruçu de outrora
era bastante sofrido
hoje os seus habitantes
estão bem desenvolvidos.
Tem escola estruturada
que educa os filhos seus
Igreja Católica e Evangélica
mas que louvam a um mesmo Deus.
Já tem posto de saúde,
bares e padaria,
lanchonete e telecentro,
Associação e mercearia.
Finalmente, Uruçu
cuja tendência é mudar
com o trabalho do seu povo
que logo vai prosperar.
Comparando Uruçu hoje
com o de antigamente,
vemos aí grandes mudanças
e transformação no ambiente.
Enfim, este é Uruçu
abençoado por Deus;
Ele é quem abençoa
Seus filhos, teus filhos e os meus.
Zilda Feitosa da Silva (moradora da comunidade)
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